Empoderamento Feminino

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Empoderamento Feminino

13 Março 2019

As mulheres estão começando a ocupar mais postos de trabalho na construção civil, seja nos canteiros e praças de obras, seja como chefes de projeto, engenheiras e cabeças do processo produtivo do setor.

Por mais que as perspectivas de ascensão das mulheres na construção civil de fato existam, o preconceito de gênero enquanto obstáculo para essa absorção das mulheres no mercado também é um forte fator que impede estas profissionais, igualmente capacitadas, competentes e talentosas, de ocupar as vagas de emprego no mercado da construção civil – até mesmo no setor de engenharia.

Isto porque os dados mostram que apenas 30% dos acadêmicos de Engenharia Civil são mulheres. Depois de formadas, estas profissionais recebem até 19% a menos do que um engenheiro homem desempenhando exatamente a mesma função.

Hoje no Brasil ainda temos dados alarmantes de desigualdade de gênero. Mesmo com uma frequência escolar superior a de homens, e uma proporção maior de adultos com ensino superior, as mulheres continuam dedicando muito mais tempo aos afazeres doméstico e com diferenças salariais que chegam em média a 30% a menos que homens nas mesmas atividades. Isso tudo é corroborado por uma representação politica de apenas 10,5% de assentos na Câmara dos Deputados, e mantido por empresas que em média mantem em cargos de gerência 62,2% de sua ocupação por homens e apenas 37,8% por mulheres.

Existem projetos no Brasil que lutam para capacitar as mulheres e prepará-las para o mercado da Construção Civil. Um deles é a WORKAY com o projeto Qualificação na Prática. A iniciativa já levou dezenas de mulheres cariocas a entrarem no mercado da construção através de cursos profissionalizantes. Antes, as mulheres, em sua maioria donas de casa, viviam uma situação de vulnerabilidade social.

Fonte: IBGE - Divulgação março 2018